sábado, 16 de outubro de 2010

Meu grande amor

Das minhas maiores saudades atuais (e olhe que são muitas), dedico a medalha de ouro a minha mãe. De todos os amores que sinto, nada é tão íntimo, seguro e profundo quanto o que eu sinto por ela.
Sinto falta dos momentos juntos, dos almoços, as compras e até os domingos de bobeira que passávamos juntos, apenas nos bastando para um dia sem grandes pretensões que não fosse curtirmos-nos. Eram os dias em que ríamos um do outro, em que tomávamos café, víamos TV, arrumávamos algo e qualquer outra pequena besteira, regada a muita música e muito companheirismo.
Foram 07 anos vivendo juntos intensamente. Com algumas brigas, alguns desentendimentos; do que esperar, também, de pessoas com personalidades conflitantes em certos pontos? Contudo, éramos (e somos!) melhores amigos. Sempre fazíamos as pazes e as mágoas nunca pesaram tempo suficiente para se tornarem feridas, e sim uma construção contínua de conhecimento mútuo.
Aprecio toda a sabedoria dela. Todo o profissionalismo, as ideias e propostas coerentes, os sentimentos e os atos sempre de acordo com a personalidade forte que ela tem. Admiro a força, a ambição de sempre se superar e a sensibilidade que ela demonstra.
Sinto muita falta desta pessoinha, com 1m e meio de embalagem e milhas infinitas de virtudes.
Enfim, mamãe, isto é para ti.
Morro de saudade! Volte logo para junto de mim!

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